segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"Estamos a ficar velhotes..."




Nasceste antes de 1986? 




Então lê isto... 

Se não... lê na mesma.... 

Esta merece!!!!! 

Deliciem-se... 

Nascidos antes de 1986. 
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas,em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. 

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. 

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. 

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus. 

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. 

Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. 

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. 

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. 

Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. 

Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. 

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. 

Não tínhamos Play Station, X Box. 

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. 

Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. 

Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! 

Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. 

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. 

Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. 

Íamos a pé para casa dos amigos. 

Acreditem ou não íamos a pé para a escola; 

Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. 

Criávamos jogos com paus e bolas. 

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. 

Eles estavam do lado da lei. 

Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. 

Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. 

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? 

Parabéns! 

Queria fazer chegar esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'. 

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós. 

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E  talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. 

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens. 

Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. 

Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. 

Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname. 

A SIDA sempre existiu. 

Os CD's sempre existiram. 

O Michael Jackson sempre foi branco. 

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança. 

Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado. 

Não conseguem imaginar a vida sem computadores. 

Não acreditam que houve televisão a preto e branco. 

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos: 




1.    Entendes o que está escrito acima e sorris. 

2.    Precisas de dormir mais depois de uma noitada. 

3.    Os teus amigos estão casados ou a casar. 
4.    Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores. 
5.    Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis. 
6.    Lembras-te da Gabriela (a primeira vez). 
7.    Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos. 
8.    Vais contar isto a outros amigos porque achas que vão gostar. 










SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças 








Esta mensagem não é minha, recebi-a num email, mas quis partilhar.

Muito mais havia a dizer por minha parte...mas deixo-a intacta pela sua simplicidade e força natural da realidade que vivemos hoje.

Apenas adicionei um pouco da minha cor através das imagens e essa é a minha única marca neste post.

Beijos e Abraços





sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Estas são as palavras...These Words are Stones...

Os segundos respirados no 2010...

Antes de tudo, antes de nada mais, escuta o som com olhos fechados como tendo vendas neles.

...e o ano iniciava-se assim...questões e sentimento de impotência no encontrar de respostas, sons e mais sons em minha volta rompendo com qualquer silêncio, ansiedades e crenças perdidas numa cama por fazer...

...quase esquecido...mas não me esquecendo de mim e era esta a única luz pequenina que me mantinha iluminado no caminho escuro e frio que me subjugava dia após dia, sozinho sem querer nada ou alguém por perto...mesmo  tendo, enquanto iam-me sussurrando ao ouvido e dizendo também em voz alta...



Os segundos passaram num piscar de olhos a horas...dias...semanas...meses! E dava por mim parado vezes sem fim num espaço físico real que confundia a própria realidade de um lugar longínquo e impróprio de se ficar em pensamento muito tempo. Existiram lugares que tocavam a semelhança de paragens de autocarro onde nunca surgia qualquer ligação com o presente e ia ficando ali...numa ânsia a aguardar como quem espera que chegue o autocarro que tem o meu destino. 

No banco de uma paragem qualquer ia ficando, quando na verdade o conhecimento estava e permanecia comigo...o destino amarrou-me quando antes tinha um plano que em conjunto ia construindo com Ele...

Ano complicado este de entender muitas vezes e ao mesmo tempo intenso demais. Quando cansei de esperar   e segui a pé o caminho que a minha bolsa de forças me dava coragem de seguir, surgiam intensidade tão fortes que chegava a perder a estabilidade. 

Não tive medo de viver e fui protegido, fui amado e chorei um pouco finalmente. 

De novo sozinho, mas com a companhia de imagens gravadas nos meus pensamentos...o vazio do pensamento fustigante e doloroso começava a ser derrotado por mim próprio através da presença das vivências mágicas.



 ...os olhos...o rosto...a beleza ia varrendo o caminho que pisava e o chão era perceptível pouco a pouco...um pouco mais. As imagens iam-se cravando na pele e no corpo e a cor surgia de novo em mim, tons pastel os primeiros, sensíveis mas seguros...primários para suportar a força de cores fortes que iam crescendo e ia as entendendo com a simplicidade de esboçar aquele sorriso.

Uma mãe disse-me um ano antes..."cuida de ti, não te deixes apagar, vai lutando como só tu sabes. Eu não o sei fazer como tu, nem consigo chegar a ti. És diferente, simples e complicado, forte e sensível, audaz e rude contigo próprio...não te percas nessa tua aventura a que te estás a propor, és lindo demais..."


Neste natal nasceu uma criança numa família...na minha família e o poder dela só e tão simplesmente por chegar cá fora, foi o inundar de uma certeza, de uma força...foi o rebentar das correntes que ainda permaneciam a impossibilitar alguns movimentos necessários de imediato. Pegar no colo e beijar desmanchou o gelo, trouxe a liberdade que procurava...a magia e os sonhos começam a voltar pouco a pouco. O cheiro a maresia paira no ar como que trazendo as boas novas de ventos forte e brisas suaves que vão refrescando-me o rosto preso a sorrisos de ocasião.


2010...chegou o seu tempo, está velho e esgotado, comigo tentou de tudo para me derrotar e ao mesmo tempo levantar, brincou comigo como duas crianças inocentes brincam entre si...magoam-se sem intenção e amam-se sem limite de intensidade...



O ano entregou-se a mim e eu deixei-me entregar, vivi momentos atrás de momentos, uns muito duros outros lindos demais para algum dia esquecer.

Aqueles que me amaram sem limites sentem hoje mais que o ano anterior que sou um pedacinho deles para sempre e vão saber guardar-me e proteger-me como mais ninguém sabe fazê-lo, são especiais para mim e vou guarda-los para sempre no meu coração e memórias.

2010...cansou-se comigo e eu cansei-me com ele, merece todo o meu respeito e eu espero merecer o de todas as pessoas que o viveram comigo.


Que o novo ano surja e tudo seja possível e com uma beleza mágica e intensa.

Beijos e Abraços

Bom Ano amigos.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Little Star...

Como posso eu voltar aqui hoje...estou aqui a olhar para esta tela ínfima de Sopros e loucuras e tenho assim um sorriso bom que me transporta hoje.

Não são os sorrisos que vinha dando, mas sim um especial...intenso de magia e serenidade, aquele que muitos amigos vão dizendo que volte depressa e outros que recordam com saudade.

Sim, hoje tenho esse sorriso no rosto, neste rosto tão meu e tão às vezes perdido de cansaço...perdido de identidade...perdido apenas!

Já percorri aventuras na busca do que sei que quero encontrar, outras vezes...apenas corro sem entender ou questionar as razões desse mesmo correr.



O que procuro nem sempre tem rosto, mas existem rostos lindíssimos no caminho que percorro nessa busca incessante às vezes, rosto que me apaixonam pela vida e me fazem apaixonar por eles de tão lindos e íntimos que se tornam para mim.







Lembro que quando era pequenino, gostava de ser um super-herói, assim como o SuperMan...não queria outro qualquer, mas assim aquele que conjugava e era o maior de todos os Super-Heróis. Sonhava que voava pelos céus e salvava meninos e meninas de fogos e acidentes...

...depois cresci e pouco a pouco a inocência foi-me sendo tirada sem que nada pudesse fazer...até um dia em que percebi que tinha um Super-Herói em casa de carne e osso e eu já estudava biologia e sabia as potencialidades reduzidas de um Ser-Humano.
Somos frágeis, imaturos, inconscientes...mas somos também rígidos, fortes, audazes e algo fantástico mesmo...como a capacidade de sonhar e fazer a magia acontecer por mais simples que ela possa parecer para o mais comum dos mortais...a magia torna-nos imortais para sempre nos corações e saudades de memórias nos outros.



Alguém dizia..."Nós morremos quando já ninguém se lembra de nós...", a verdade é ainda mais dura no meu entender, nós deixamos de existir quando isso acontece e o gelo surge...e o amor apaga-se...




Somos seres de audácia terrivelmente forte e capaz...um dia, um dia nasce uma estrelinha linda e...

O coração brilha de novo como essa estrela num céu escuro, pode ser uma luzinha pequenina que pisca lá no infinito de um céu, um céu que é teu...

Um céu que sem querer eu próprio criei, deixa de ter só escuridão e passa a brilhar, assim...de mansinho como quando eu ia procurar diamantes nas minhas escavações na terra...que criança tão inocente e simples...que homem tão frio e perspicaz esta a entrar...












Ouvia dizer que quando uma criança nasce o amor da sua simplicidade e fragilidade faz-nos quebrar, faz-nos sentir...a mim faz-me respirar e fazer magia de novo cá dentro. Sabe bem, tinha saudades de sorrir com simplicidade a qualquer momento sem raciocinar ou programar.

Sabe bem estar assim a segurar...a olhar...a cheirar...a cuidar.

Para mim só existe uma forma de me libertar por completo e sentir-me como algumas pessoas sabem...é apaixonar-me por completo. Quando ando apaixonado tudo pesa menos, os ombros não servem para carregar, mas sim para levantar o que nas mãos deixa de doer e de doce cria tanta magia com o toque e o tão simples...olhar.

Eu vejo-te aqui no meu colo e em cada aperto de dedo que fazes usando as tuas duas mãos, eu sinto-te e cheiro-te com amor.

Miguel Ângelo é o diamante neste momento que sempre estava escondido na inocência do meu acto de escavar é a estrela que pisca de mansinho e ténue num céu escuro onde outras estrelas brilham para me iluminar e o vão acolher com paixão e magia.


Frequência de Vida:


Fredrika Stahl - Twinkle Twinkle Little Star






Obrigado amigos pelas vossas sms´s de parabéns, entre tio babado a tio jeitoso e feliz, quero apenas afirmar só isto a todos que vão estando comigo...fez-me bem.

Não vou publicar qualquer foto dele, sei que compreendem o porque.

Beijinhos e Abraços

sábado, 20 de novembro de 2010

Fim de Semana...

Não...hoje não vou escrever nada, o que a letra da música diz e o seu ritmo e disposição natural...diz tudo.

Bom fim de semana a todos ;)










Hoje são as comemorações dos 102 anos do Club Pardilhoense no Ciné-Teatro de Estarreja

Só me resta dizer-vos a todos que gostava de vos ver por lá.

Eu até vou vestir o meu traje de Universitário de novo :D:D:D vão a sério é diferente a noite mas continua a se-la entre amigos.


Abraços e Beijos





sábado, 13 de novembro de 2010

Olhos...fechados, no teu tempo...naquele olhar que ficou!


No decorrer de um dia mais, de momentos de...


Os sapatos são os meus, os pés de alguém e o corpo vai habitando nos membros do mesmo. A noite não é vazia nem sei quais as sombras que hoje vão surgir no meu chão.



O céu...parece tão distante...tão longe de mim! Partir sem ninguém sem o meu eu...só partir. O teu Mundo não se vislumbra em mim e não o consigo sentir...tão longe...



Hoje...hoje chove e aquelas árvores estão com as folhas que até dói sentir a beleza delas...vão cair em breve mas é agora que mostram a sua maior beleza, gritam cores...as cores da fantasia e dos sonhos.
O chão em que pousam depois do seu último voo faz-me querer cair nele e adormecer nesse cobertor fofo e belo. 

Trazem histórias em cada voo...mas partem sem nunca me levar e as margens ficam de novo separadas por uma época...até à próxima vez...

...o nevoeiro vai chegar é a sua vez de entrar com esplendor. Aquele nevoeiro tão frio, tão único.



O olhar não se vai perder em cada escurecer, os olhos...fechados, no teu tempo...naquele olhar que ficou! Não vai quebrar, não vai ser esquecido.

A época vai passar de mansinho...como é seu caminho escrito nas estrelas...e o céu tão longe vai brilhar diferente...a tua estrela vai nascer e guardar-te para sempre nesse brilho que podes olhar em cada noite perdido...ou só em cada noite...


Frequência de Vida


Não Desistas de Mim






Beijos e Abraços.



sábado, 30 de outubro de 2010

Don't regret...anything...anything you do...


O mundo é assim uma janela aberta sem limites, sem quedas suficientemente duras que acabem connosco, sem levantares suficientemente seguros de estabilidade...

Hoje mais que nunca, nada é tão certo e seguro como foi ontem e o amanhã...bem o amanhã fica numa dimensão algumas vezes de loucura total e inconsciente. 

Será boa esta loucura?

Hummm... optimamente apetecível e curiosa, sem tempo exacto, sem aquela noção de espaço e uma sensação...assim muito imprevisível...

...qual a intensidade desse momento futuro que estará para acontecer, esta intensidade que desmancha rupturas e estandartes criados pela nossa insignificância triste de acreditarmos que podemos controlar tudo o que nos envolve e interage connosco a cada segundo que respiramos.


Nunca...nunca nos devíamos arrepender de nada do que fazemos, o que fazemos faz de nós o que somos e estamos a criar devagarinho. 

Tudo parece louco a cada virar de esquina e a cada desassossego interior...mas não é...não é...

Pummmmmmm...apetece rebentar e voar, só voar sem parar por este Mundo fora na busca de culturas e inteligência perdida, desencontrada e quase que proibida de obter pela simplicidade do simples acto de...

...querer/poder mesmo que o abismo já não esteja à tua frente mas sim por debaixo de ti.


Don't regret anything you do... 'cause in the end it makes it who you are!







Tem-se que ter os momentos de entrega total, aquela entrega irresistível e de suspiros tão nossos e não conhecidos pelos outros.

Amar...amar...

...as entregas são assim de amor sem o adeus e sem o fim do horizonte, apenas a entrega nos luares infinitos que nunca vão encontrar o término. O corpo é despido e não deve fugir do frio e esconder-se do calor, apenas entregar-se sem limites.

Mais que não seja....de quando em vez...


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vai...Caminhando...



Porque um dia...porque um dia mostrei cada palavra destas a...ti.


Porque...porque Hoje sozinho devo escutar cada uma destas frases e palavras.






Frequência de Vida...




segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O vidro não me deixa tocar-te...mas vejo-te?





Dá-me a tua mão...vamos caminhar por entre o luar desta noite, longe das sombras e assim...na noite.

Quase nunca me sinto quando penso em ti e pareço partir deste corpo para uma dimensão onde não conheço o caminho e...não te encontro...

...não te encontro em lugar nenhum e acho que deveria! Na verdade onde tu estarás eu bloqueei-me e bloqueei-te parece-me. Não sei bem o que fazer ou sentir quando me fazem pensar em ti ou falam o teu nome. Apenas doí cá dentro, doí de uma maneira que rompe e trespassa não desfazendo o corpo...mas a paixão de não te ter para abraçar.

Queria encontrar-te e falar contigo por um pouco...assim sentado num campo com folhas no chão...um chão qualquer, mas um chão e o momento. Na incerteza vivo certezas e nessas mesmas certezas vou tocando aventuras e ritmos de loucura na tentativa de me certificar que existo e vou sendo eu, aquele que olhavas, abraçavas e observavas crescer.

Sinto que me acompanhas, mas não percebo essa presença e sem me assustar vou confiando que vou entender um dia alguns sinais. Continuas a permitir-me viver de um jeito muito meu e sim...na verdade como dizias...complicado de ser aceite, louco e muito difícil de acompanhar...um dia vais ter que parar.

Eu sei...tu sempre tinhas um sentido muito atento e correcto nas tuas leituras, um dia vou ter que aceitar que a calma se venha deitar comigo, que a certeza seja...certa. O acordar será o acordar...a serenidade deve partir de mim, assim como o sentir da paixão de viver intensamente moldado de uma forma diferente.

Ninguém poderá nunca ser de ninguém, eu disse-te isso pelo menos uma vez e na verdade não estou errado e tu hoje sabes mais que ontem...que é assim. 

Eu queria tocar-te, mas o vidro não deixa...mas vejo-te?

...ainda não sei, sério que não sei e como vês ninguém é de ninguém uma vez mais. Não chega ficar acordado a olhar-te, um dia acabas por partir e deixas de ser de alguém e és de quem eu sempre te disse...do Mundo e de Deus.

Ninguém pode ser nunca de ninguém, mas seremos parte de alguém para todo o sempre...para todo o sempre...

Sabes esta música que deixo para ti...estes acordes e esta letra...a vida pode na verdade ser só 3 dias, mas lutarei para que eles sejam vividos sem igual, um dia vou acalmar como dizias...mas não hoje e não agora. Cada vez que penso em ti custa entender um pouco a vida e na mesma dimensão do não entender eu percebo-a perfeitamente e ganho forças. Estranho? Talvez cruel? 

....mas eu quero contar histórias de tempos, voltando a eles ou não, as saudades de momentos que não vou mais encontrar nunca vão deixar de existir e eu aceito isso.


Amo-te e tenho saudades tuas, demasiadas até para um ser humano que é consciente, que entende este processo da vida e que o aceita. Mas sou eu...assim como tu ajudaste a nascer, crescer e hoje por vezes se perde por aí...


Frequência de Vida...


João Pedro Pais & Mafalda Veiga - Ninguém é de Niguém